terça-feira, 1 de abril de 2014

Mundinhu meu...

O mundo meu é meu; óbvio que é meu...
se não fosse meu, seria de quem?
da felicidade? da alegria? da simplicidade?

tudo isso é o mundo e o mundo sou eu,
é você (caro leitor), somos nós...
se o mundo é meu e o mundo somos nós
o mundo é seu!

e porque há guerras?
ódio? rancor? ira?
se o mundo é nosso?

então nós o queremos assim
nós amamos ver ódio...
não é assim?

então o que você faz pela paz?
boa... né? te peguei...
o mundo é você, não esqueça

sem mundo, sem você, sem niguém.

Relembrando Mcluhan...

VIVENDO NO SÉCULO XXI E, ULTIMAMENTE, PASSANDO HORAS CONECTADAS NO ORKUT, TWITTER E FORMSPRING, CHEGUEI A UMA CONCLUSÃO ASSUTADORA!

Se o rádio é a extesão da voz humana;
Se a televisão é a extesão do olho;
Se os meios de tranportes são extensões das pernas;
E tudo o que o homem inventa acaba por virar extensão de alguma "Deficiência humana";
Então...
O Orkut é a extensão de nossos gostos e de nosso dia a dia;
O Twitter é a extensão da nossa vida privada;
E o Formspring é a extensão da "abelhudisse" dos curiosos;
E, finalmente, o MSN é a extensão da língua macabra do povo que passa o dia descobrindo nossos gostos
vendo nossa vida privada, perguntando tudo que não tem coragem de perguntar cara a cara.

ZZZZzzzzzZZZZZzzzz......

Me pergunto: quem sou eu? O que faço? Onde estou? Para onde vou?
É algo que todos nós nos perguntamos alguma vezes na vida...
É algo secreto que nos causa ansiedade, às vezes, angústia porém, humanamente, nunca senti dor.
É inócuo, aparentemente inofensivo...
É a incerteza certa! Pois disso eu tenho certeza.
Certeza que sempre haverá um amanhã. Não se para mim, mas para algo, outros...
Amanhã o sol poderá raiar ou permanecer as trevas pairando sobre a terra...
Amanhã é de ninguém, ou melhor, é de Deus mas não de nenhum mortal...
Como fui egorcêntrico! Meu, meu humano.
Deus é a certeza correta, a causa incausada, a plenitude plena.
Já eu...
Um humano, mortal...
Mas afinal, quem sou eu?

Linhas aéreas...


Hoje amanheci meio que vago, meio que sóbrio, embebecido do cálice ébrio de minha solidão.
Fui vencido por mim mesmo e pelo meu eu. Não que eu pudesse ser mais do que eu mas o meu eu já não sou eu.
Eu sou apenas um protótipo social, deplorável, lamentável, inflexível e impiedoso, assim como quem me gerou.
Sociedade burguesa que me abusou, que tirou a minha virgindade: honestistade, pureza, humildade.
Dói em saber que não sei do que deveria saber. Sou um ser multilado e, ao mesmo tempo completo.
Meus sentimentos estão confusos assim como estas minhas palavras.
Timbra vibrante a balada que ecoa em meu interior. Silêncio pleno é meu companheiro.
Estou escrevendo sem saber porque, sem razão (talvez). Viajo nas palavras...
Tenho que pousar. Minha realidade declama minha insanidade e minha ludidez revindica minha paz.
Pousei, motores desligados. Portas abertas.

Bem-vindos!

<< Um mundo que se chama mundo >>


     Até mais parece ironia do destino mas mesmo no mundo onde 7 bilhões de pessoas existem e respiram do mesmo ar, bebem da mesma água e comem da mesma terra que gera vida nos sentimos sós muitas vezes.
     Cada um, a partir daí, gera seu próprio mundo. Mesmo que um mundo patético e bizarro, mais bizarro que nosso mundo real (muitas vezes). Mas somente o fato de dominarmos aquilo que desejamos, na forma que desejamos, na hora que desejamos, sem preocupação com outrem fazendo-nos senhores de nós mesmos e de nossas coisas, ao estilo "deus".
     É interessante de se ver tal comportamento do ser humano quando ele quer ser senhor de si mesmo e, só e somente ele a si próprio se basta. O mais interessante é que o poder, que existe em cada um de nós, pode-se até se expressar neste mundinho individualista que, uma vez ou outra na vida geramos mas, a solidão, inimiga perversa de cada alma, mesmo com este mundinho individual, não pode ser exterminada.
     Cabe ao homem retornar a seu estado de consciência e esquecer, por hora, as suas fantasias e encarar a realidade até que esta o incomode e o mesmo volte ao seu mundinho de ilusão e todo o ciclo reinicia...

O que é este blog?

Escrever é um ato de se soltar, se sentir e de, até mesmo, ter prazer. Escrevo mesmo que linhas tortas e infames, meus pensamentos mais retos e racionais pois, a escrita não vem do meu ser em si, mas nasce do coração de quem ler as minhas linhas... Neste blog poderão ser lidos todos os tipos de pensamentos desde os mais poéticos aos mais filosóficos.